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As vagas para a área administrativa e de atendimento à saúde
by Dina Soares - 0


As vagas para a área administrativa e de atendimento à saúde, em cargos de todos os níveis de escolaridade, com salários de até R$ 1.761,91. 

IMPERATRIZ - A Prefeitura de Imperatriz, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), divulgou, nesta quinta-feira (16), edital de processo seletivo simplificado para contratação temporária de profissionais de todos os níveis de escolaridade, para atuação no Hospital Municipal de Imperatriz (HMI) e Centros de Atendimento Psicossocial (CAPS).



São oferecidas 197 vagas para as áreas administrativa e de atendimento à saúde, em cargos de nível superior (36), nível médio e/ou técnico (133) e fundamental (28). Os salários oferecidos podem chegar a R$ 1.761,91, em funções para carga horária semanal de 24h a 40h, dependendo do cargo escolhido.

Os interessados devem se inscrever, somente de forma presencial, no Auditório da Universidade Aberta do Brasil (UAB), localizado na Rua Dom Pedro II, na Praça União. As inscrições são gratuitas e ocorrerão nos dias 21 e 22 de março de 2017, no horário das 8h às 12h e das 14h às 17h. É preciso apresentar a documentação e fotocópias, conforme exigido no edital. Será permitido apenas uma inscrição por candidato.


A seleção será feita por meio de Prova de Avaliação de Títulos, Experiência Profissional e Entrevista Técnica, realizadas a partir do dia 23 de março. O resultado final está previsto para ser divulgado no dia 5 de abril.



A ficha de inscrição e demais informações sobre os documentos a serem apresentados estão contidos no edital do seletivo.

04/03/2017 às 13h50 - Diego Sousa / ImperaNew
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​​Alimentação ajuda a ter um feriado de Carnaval mais animado
by Portal ImperNews - 0

Adicionar legenda. (Foto: Reprodução/Internet)
IMPERATRIZ - O Carnaval começa oficialmente neste fim de semana e para que os foliões possam aproveitar para valer a festa é preciso ter cuidado com a alimentação. Com essa atenção, é possível evitar o desgaste físico desnecessário e manter a imunidade.

“É fundamental que o folião faça de 5 a 6 refeições por dia. Para começar, deve-se tomar um bom café da manhã, com sucos naturais, iogurtes desnatados, pães integrais, leites e laticínios magros”. , afirma Adriana Lima, nutricionista da Clínica Fares.

A nutricionista lembra a importância de levar para a folia alguns alimentos práticos que possam se consumidos no meio da festa. “Barras de cereais, frutas desidratadas e biscoitos integrais são uma excelente pedida”.

Veja abaixo mais algumas dicas práticas que poderão ajudar o folião a aproveitar cada segundo de festa com disposição e saúde.

1. Se não der tempo para uma refeição mais elaborada, a opção são os lanches. Escolha sanduiches naturais com pães integrais, salada e fonte de proteína magra como peito de peru e frango. Observe se são feitos na hora e as condições de armazenamento;

2. Cuidado com o risco de intoxicação alimentar. Evite maionese e itens que estraguem rápido como, por exemplo, o ovo;

3. Não se esqueça da hidratação, água, suco, mates, água de coco, bebidas isotônicas e até o delicioso sorvete de frutas;

4. Não abuse de bebidas alcoólicas;

5. Após a folia, mantenha sua alimentação equilibrada com cuidados similares, adequando o estado de saúde à atividade física.
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Estado se mobiliza para traçar perfil epidemiológico de zoonoses de animais
by Portal ImperNews - 0

Adicionar legenda. (Foto: Divulgação/Assessoria)
IMPERATRIZ - O perfil epidemiológico de zoonoses oriundas de animais silvestres em Alagoas será traçado a partir de um acordo de cooperação firmado entre diversos órgãos. Os termos começaram a ser discutidos por técnicos do Instituto do Meio Ambiente (IMA), Secretaria de Estado da Saúde e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), mas as coletas de material biológico terão início após o período de carnaval.

Segundo Ana Cecília Pires, veterinária da equipe de Gestão de Fauna do IMA, a ideia é que seja possível “diagnosticar as zoonoses presentes em animais silvestres e que impactam diretamente a saúde pública, como a raiva e outras”. Os animais estudados serão aqueles tratados no Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama.

Essa semana, os técnicos se reuniram para traçar o formato da parceria. Além da equipe do IMA e do Ibama, que atuam diretamente na recepção e tratamento de animais no Cetas, na reunião estavam presentes técnicos da Gerência de Doenças Transmissíveis (GEDT) e do Laboratório Central de Alagoas (Lacen), ambos órgãos da Sesau.

O acordo ainda será formalizado. Entretanto, “os animais que forem importantes, como primatas, canídeos e morcegos, já terão amostras coletadas após o período de carnaval”, disse Ana Cecília.

Ela explicou ainda que a equipe do IMA ficará com a responsabilidade de coletar o material biológico dos animais doentes ou que entraram em óbito e, com autorização do Ibama, enviar para o Lacen que fará o diagnóstico. Será responsável também por “compilar os dados do histórico e local onde os animais foram recolhidos”, disse a veterinária.

A GEDT, por sua vez, fará o papel de traçar o perfil epidemiológico dos diagnósticos das zoonoses de grande importância na saúde pública. As informações servirão ainda para fomentar produções científicas.

por Agência Alagoas
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Dia Nacional da Mamografia: uma data para debater a saúde da mulher
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Adicionar legenda. (Foto: Reprodução/Internet)
Anualmente, no dia 5 de fevereiro, é celebrado no Brasil o Dia Nacional da Mamografia, data que busca conscientizar as mulheres sobre a importância deste exame de detecção precoce do câncer de mama. Quando o tratamento inicia no primeiro estágio da doença, o índice de cura pode chegar a 95%, mas, infelizmente, o Brasil ainda não garante condições integrais de detecção precoce do câncer de mama em sua rede pública de saúde, expondo milhares de mulheres a risco de morte todos os anos.

A Femama, alinhada com sociedades médicas brasileiras, recomenda a realização anual da mamografia para mulheres a partir de 40 anos, com o objetivo de detectar a doença ainda no início, quando não há sintomas. Mulheres com histórico de câncer na família devem iniciar a realização do exame 10 anos antes da idade que a parente tinha ao detectar o tumor. Antes dessa idade, as mulheres devem solicitar ao ginecologista ou ao mastologista a realização do exame clínico das mamas, que é um exame de toque, e fazer exames complementares caso o médico os solicite, como, por exemplo, o ultrassom, normalmente aplicado em mulheres mais jovens por terem as mamas mais densas.

Durante muito tempo atribuiu-se ao autoexame um papel maior do que ele deveria ter na detecção da doença. A prática é importante para que a mulher conheça bem o seu corpo e possa perceber alterações suspeitas em suas mamas e, com isso, tenha a oportunidade de procurar um médico rapidamente para proceder a investigação. No entanto, ele não substitui o exame realizado pelo médico ou a mamografia. Isso porque não se pode atribuir a responsabilidade da detecção a mulheres sem treinamento de saúde. Além disso, quando o nódulo é palpável, isso significa que ele já apresenta um tamanho maior que um centímetro. O autoexame deve ser compreendido como uma prática de cuidado complementar. O câncer de mama inicial geralmente não apresenta sintomas e só pode ser detectado por exames como a mamografia. Nesse sentido, a mamografia é mais eficaz por detectar nódulos ainda muito pequenos, oferecendo maior possibilidade de cura.

Detecção precoce e tratamento adequadoA detecção do câncer na fase inicial é essencial para maior eficácia do tratamento. Caso seja confirmado o diagnóstico de câncer, o tratamento deve ser iniciado o mais rapidamente possível. No Brasil, desde 2013 a Lei Federal 12.732 orienta que o início do tratamento de câncer no SUS não pode ultrapassar 60 dias. “Basicamente o tratamento se inicia com uma quimioterapia, no caso de cânceres menos severos, ou uma cirurgia para remoção do tumor em casos mais avançados”, esclarece a médica oncologista Dra. Daniela Dornelles Rosa, vice-presidente do Conselho Científico da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama).

Segundo a médica mastologista Dra. Maira Caleffi, presidente da Femama, algumas mulheres têm medo de realizar a mamografia por receio de descobrir uma doença com a qual não sabem lidar. “Elas têm medo das consequências de um possível câncer. O medo de uma possível mutilação, da provável perda dos cabelos, advinda da quimioterapia, mexe muito com a autoestima delas. Além, claro, do medo da morte, um estigma ainda muito forte relacionado ao câncer”, comenta Caleffi. “Nesta data, é muito importante esclarecer: câncer de mama tem cura se diagnosticado cedo, e quanto antes for descoberto, menos agressivo e mais eficaz será o tratamento. A mamografia de rastreamento consegue detectar nódulos mínimos e, em cânceres iniciais, a chance de cura é quase total”, explica.

Acesso à mamografia na rede pública de saúdeAtualmente, de acordo com portaria 61/2015 do Ministério da Saúde, apenas mulheres com 50 a 69 anos anos têm garantia de realização do exame pelo SUS, embora a Lei 11.664/2008 determine desde 2009 a realização gratuita do exame a todas as mulheres a partir dos 40 anos e sociedades médicas brasileiras estejam em consenso sobre a importância de iniciar o exame periódico a partir dessa idade. Dados concretos embasam essa determinação: de acordo com levantamento realizado pelo A.C. Camargo Cancer Center com 4,5 mil pacientes de câncer de mama atendidas pela instituição, 40% dos diagnósticos da doença em 2014 ocorreram em mulheres com até 49 anos de idade.

O Projeto de Lei 3.437/2015, sob análise na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara de Deputados desde dezembro de 2016, pode ser uma saída para reverter a situação, pois versa sobre o acesso ao diagnóstico precoce do câncer. A FEMAMA defende a elaboração de novo parecer a este projeto, uma vez que o parecer atual, que teve relatoria da Deputada Gorete Pereira na Comissão de Defesa dos Direito da Mulher, não estabelece explicitamente a garantia de realização da mamografia para todas as mulheres a partir de 40 anos pelo SUS. Por isso, a instituição está em diálogo com os deputados federais para convencê-los da importância do diagnóstico precoce para salvar a vida de milhares de mulheres – anualmente, 14 mil mulheres morrem devido ao câncer de mama no Brasil.

“A mobilização da sociedade civil e o engajamento do poder legislativo na formulação de políticas públicas em defesa da saúde da mulher são fatores determinantes para mudarmos a realidade brasileira dos pacientes que sofrem com o diagnóstico de câncer, garantindo-lhes do acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento adequado e digno. O tempo corre contra na luta pela vida das mulheres com câncer”, ressalta ofício assinado pela presidenta da FEMAMA, Dra. Maira Caleffi, entregue aos líderes de partido para solicitar a atenção ao tema e pedir nova redação do projeto de lei, incluindo este pedido e outros que dizem respeito ao diagnóstico do câncer de mama.

A adesão do poder público à realização dos exames a partir dos 40 anos é fundamental para que o direito à detecção precoce do câncer seja plenamente exercido. Dados do DataSUS demonstram que, já em 2014, após instituição da portaria do Ministério da Saúde, houve diminuição de 40% do número de mamografias realizadas em mulheres na faixa etária de 40 a 49 anos em comparação com 2013. A restrição do acesso ao exame prejudica até mesmo mulheres que se encontram na faixa prioritária para o rastreamento, já que houve redução na realização de mamografias gratuitas inclusive em mulheres entre 50 e 69 anos de idade. A redução de exames nessa faixa, no mesmo período, foi de 30%.

Sobre a FEMAMAA Femama – Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama – é uma entidade sem fins econômicos que concentra uma rede de 60 instituições ligadas à saúde da mama, presentes em 17 estados brasileiros e Distrito Federal, representando mais de 1 milhão de cidadãos. A instituição atua na articulação de uma agenda nacional única para influenciar a formulação de políticas públicas de atenção à saúde da mama. Em novembro de 2015, foi eleita titular para uma das composições do Segmento de Patologia do Conselho Nacional de Saúde (CNS), representando Entidades e Movimentos Sociais de Usuários do SUS. Com isso, a Femama terá mais voz no CNS, com direito a voto em todas as pautas propostas que, posteriormente, se convertem em recomendações para o Ministro da Saúde na condução e formulação de políticas públicas. Mais informações no site www.femama.org.br
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Mamografia: exame é essencial para a saúde da mulher
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Domingo (05/02) é o Dia Nacional da Mamografia, data criada com o objetivo de incentivar as mulheres a realizar este procedimento, que tem como finalidade estudar o tecido mamário, sendo o principal exame para detectar lesões benignas e cânceres, que geralmente se apresentam como nódulos ou calcificações.

De acordo a ginecologista e obstetra de São Paulo, Dra. Maria Elisa Noriler, mulheres acima dos 40 anos devem fazer o exame anualmente ou quando o médico julgar necessário de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco. A radiografia pode ser realizada nas duas mamas, tendo o nome de mamografia bilateral ou em apenas uma, sendo chamada de mamografia unilateral.

Este é um exame que pode causar dor porque comprime as mamas em um aparelho de raio X apropriado, com baixa radiação, chamado mamógrafo e esta é uma área normalmente sensível. Para aliviar o incômodo, a dica da Dra. Maria Elisa é realizar o procedimento fora do período pré-menstrual.

No dia da mamografia, vale apostar em alguns cuidados. “Orientamos as pacientes a não utilizar creme, talco ou desodorante na região das mamas e axilas. Aconselha-se também o uso de roupas com duas peças, para que somente a parte superior seja retirada durante o procedimento. E para as que já foram submetidas ao exame outras vezes, o ideal é que levem sempre o último resultado para comparação”, finaliza a especialista.
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Envelhecimento no Brasil e Saúde do Idoso: SBGG divulga Carta Aberta à população
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Às vésperas do Dia Internacional do Idoso, celebrado em 1º de outubro, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), entidade filiada à Associação Médica Brasileira (AMB), que congrega mais de 2 mil membros associados, distribuídos em 18 seções estaduais, divulga Carta Aberta à População Brasileira, na qual traz à reflexão quanto ao cenário atual do envelhecimento e saúde do idoso no país, seus avanços e fragilidades.

Após completar 10 anos em 2013 o Estatuto do Idoso, responsável por instituir uma política nacional que prevê, entre outros aspectos, direitos e deveres relativos a esta população, a realidade revela que na prática muito ainda há de se avançar, conforme avalia a SBGG na Carta.

Estabelecer uma rede integrada de atenção ao idoso, no qual seja promovida a integração entre todos os níveis de atenção à saúde – primária, secundária e terciária – bem como promover a formação e capacitação de profissionais qualificados para atender à crescente demanda de maneira integral às demandas dos idosos em suas diferentes esferas de saúde, educação e sociais são alguns dos aspectos retratados no documento.

De acordo com dados do IBGE, a população idosa no Brasil é atualmente de 22,9 milhões (11,34% da população) e a estimativa é de que nos próximos 20 anos esse número mais que triplique. Para se ter ideia, enquanto o número aumenta ano a ano, existem apenas 1000 geriatras no Brasil, uma média de apenas um geriatra para cada 20 mil idosos, conforme dados recentes do Conselho Federal de Medicina (CFM).

A SBGG convida todos a lerem a Carta na íntegra.


CARTA ABERTA À POPULAÇÃO BRASILEIRA
Prezados Cidadãos e Cidadãs,

O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial. No Brasil o processo iniciou-se a partir de 1960 e as mudanças se dão a largos passos. Em 1940, a população brasileira era composta por 42% de jovens com menos de 15 anos enquanto os idosos representavam apenas 2,5%. No último Censo realizado pelo IBGE, em 2010, a população de jovens foi reduzida a 24% do total. Por sua vez, os idosos passaram a representar 10,8% do povo brasileiro, ou seja, mais de 20,5 milhões de pessoas possuem mais de 60 anos, isto representa incremento de 400% se comparado ao índice anterior. A estimativa é de que nos próximos 20 anos esse número mais que triplique.

Infelizmente, nosso País ainda não está preparado para atender às demandas dessa população. A Política Nacional do Idoso assegura, em seu art. 2º, direitos que garantem oportunidades para a preservação de sua saúde física e mental, bem como seu aperfeiçoamento moral, intelectual, espiritual e social em condições de liberdade e dignidade.

Apesar de avanços, como a aprovação do Estatuto do Idoso, a realidade é que os direitos e necessidades dos idosos ainda não são plenamente atendidos. No que diz respeito à saúde do idoso, o Sistema Único de Saúde (SUS) ainda não está preparado para amparar adequadamente esta população.

Neste contexto, prevalecem as doenças crônicas e suas complicações: hipertensão arterial, doença coronariana, sequelas de acidente vascular cerebral, limitações provocadas pela insuficiência cardíaca e doença pulmonar obstrutiva crônica, amputações e cegueira provocados pelo diabetes além da dependência determinada pelas demências.

Já as unidades de atenção básica, “porta de entrada” do idoso no sistema, ainda tem muito a melhorar. Os profissionais da saúde tem olhar fragmentado do idoso e não foram capacitados para atendê-lo de maneira integral. As equipes da Estratégia Saúde da Família (ESF) e dos Núcleos de Apoios da Saúde da Família (NASF) por sua vez, estão incompletas e insuficientes para atender esta parcela da população.

Também há deficiência na quantidade de profissionais, na estrutura física e na rede de exames complementares para atender à necessidade de saúde dos idosos, gerando demora acentuada no atendimento, o que acaba levando a piora do quadro clínico. Assim, os mais velhos acabam sendo levados para as emergências/urgências (Unidades de Pronto Atendimento) e, consequentemente, em situação mais grave e já com indicação de internação hospitalar. Quadro que poderia ter sido evitado, caso houvesse o atendimento adequado no momento correto.

A carência de leitos clínicos nos hospitais públicos, que sofrem com a falta de vários recursos, ocasiona, quando o paciente consegue se internar, prolongamento do tempo de permanência, aumentando o risco de complicações e o óbito do idoso.

Este é o retrato da saúde pública no Brasil, que apesar dos indiscutíveis avanços, apresenta um cenário de deficiências e falta de integração em todos os níveis de atenção à saúde: primária (atendimento deficiente nas unidades de saúde da atenção básica), secundária (carência de centros de referências com atendimento por especialistas) e terciária (atendimento hospitalar com abordagem ao idoso centrada na doença), ou seja, não há, na prática, uma rede de atenção à saúde do idoso.

Diante deste cenário, a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia – SBGG, entidade filiada à Associação Médica Brasileira (AMB), e que congrega cerca de 2250 associados, distribuídos em 18 seções estaduais, vem a público manifestar suas preocupações com o presente e o futuro dos idosos no Brasil. É preciso garantir a saúde como direito universal.

Esperamos que tanto nossos atuais, quanto os futuros governantes e legisladores reflitam sobre a necessidade de investir na saúde e na qualidade de vida associada ao envelhecimento.

Dignidade à saúde do idoso!
Rio de Janeiro, 15 de Setembro de 2014.


João Bastos Freire Neto Presidente SBGG Gestão 2014-2016
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Saúde do homem: prevenção é fundamental para uma vida saudável
by Portal ImperNews - 0

Adicionar legenda. (Foto: Reprodução/Internet)
IMPERATRIZ - Cada vez mais pesquisas comprovam que a saúde, mais do que genética, é consequência das escolhas e hábitos de vida. Hábitos saudáveis e acompanhamento de saúde preventivo são o caminho para o envelhecimento com qualidade de vida. Porém os homens costumam dar menos atenção à saúde e realizam menos consultas médicas.

Um levantamento do Centro de Referência em Saúde do Homem de São Paulo mostra que 70% das pessoas do sexo masculino que procuram um consultório médico tiveram a influência da mulher ou de filhos. O estudo também revela que mais da metade desses pacientes adiaram a ida ao médico e já chegaram com doenças em estágio avançado.

Os homens brasileiros vivem, em média, 7,2 anos a menos que as mulheres. Entre as causas de morte prematura estão à violência e acidentes de trânsito, além de doenças cardiovasculares e infartos. Por isso o Ministério da Saúde implementou, em 2009, a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem. Um dos principais objetivos é promover ações de saúde que contribuam para a compreensão da realidade singular masculina e propiciar um melhor acolhimento no Sistema Único de Saúde (SUS).

Angelita Herrmann, coordenadora de Saúde do Homem do Ministério da Saúde, ressalta a importância de conscientizar o sexo masculino da importância de se cuidar. “É preciso chamar atenção dos homens para o auto cuidado. Homem não é super herói, eles precisam quebrar o mito de serem fortes o tempo todo. Essa cultura do não se olhar é que faz com que os homens morram antes das mulheres”, disse.

A adoção de hábitos saudáveis, a prática de atividade física regular, a alimentação balanceada e o uso moderado de bebidas alcoólicas são cruciais para diminuir estes agravos evitáveis. A identificação precoce de doenças aumenta as chances de um tratamento eficaz. Por isso, alguns exames devem fazer parte da rotina dos homens. “É preciso prestar atenção no corpo e ficar atento aos sinais que ele envia. O cuidado deve ser diário. Mudanças de hábitos alimentares, com menos alimentos gordurosos e ultra processados são fundamentais. Evitar estes comportamentos de risco é a chave para uma vida mais longa e saudável”, disse a coordenadora.

Aferir a pressão com frequência e acompanhar as taxas de colesterol são importantes para evitar doenças crônicas como a diabetes e a hipertensão. Outros testes importantes a serem realizados dizem respeito às doenças sexualmente transmissíveis como o teste de HIV, hepatite B (HBsAg) e do vírus da hepatite C (anti-HCV).

Os homens com mais de 50 anos e com sintomas de problemas na próstata, como dificuldade para urinar, jato urinário fraco ou sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, devem ir ao médico para investigar o problema. É possível que outras doenças, como uma infecção urinária esteja causando os sintomas. No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres.

Para aqueles com história familiar de câncer de próstata (pai ou irmão) antes dos 60 anos e assintomáticos, a recomendação também é consultar um médico, pois somente ele pode orientar quanto aos riscos e benefícios da realização dos exames. As evidências disponíveis demonstraram que a realização periódica do toque retal e dosagem de PSA em homens assintomáticos teve como resultado uma redução mínima da mortalidade por câncer de próstata, mas com um aumento importante dos danos na população rastreada, o que leva a recomendação de que não se organizem programas de rastreamento para este tipo de câncer. Todos os procedimentos devem ser solicitados pelo profissional de saúde, respeitando os protocolos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Outros cuidados, como autoexame de testículos e pênis, são importantes.

Vale lembrar que o câncer de próstata é considerado de terceira idade, já que ¾ dos casos acontecem a partir dos 65 anos e o risco pode ser maior em quem tem histórico familiar da doença. Ainda não existem exames adequados para o rastreamento do câncer de próstata e a melhor alternativa hoje é manter uma alimentação saudável, não fumar, ser fisicamente ativo e visitar regularmente seu médico.

Alguns sintomas podem mostrar alterações do sistema reprodutor, principalmente na próstata. São eles:
• Dificuldade para urinar
• Necessidade de urinar mais vezes (principalmente à noite)
• Urgência para urinar
• Dificuldade para iniciar ou parar o fluxo urinário
• Jato urinário fraco, reduzido ou interrompido
• Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga


Fonte: Gabriela Rocha/ Blog da Saúde
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